Fomos cinco elementos (eu, Tó, Paulo, Henrique, Jorge) e na saída da Tapada Real, lá estavam os outros dois (Nelson e Nuno) para nos acompanharem até ao final.
Apesar de termos combinado em irmos em grupo, tal não foi possível. A diferença de andamentos e o tipo de prova (resistência) não eram propícios a que tal acontecesse. Assim cada um foi no ritmo que podia e lá nos encontrávamos de tempos em tempos.
Nos primeiros 25km, o ritmo foi diabólico, talvez para ganhar posição ou para passar alguns bttistas mais inexperientes nas descidas, o Toni puxou por nós até nos vir ao pensamento que a prova tinha um total de 100km e que àquele ritmo a coisa não ia correr bem.
Dos 25 aos 50km, começou-se a notar a pernita e lá mais para o final e Henrique foi ameaçado pela caimbra.
Dos 50 aos 75km, começou-se a pagar a factura dos primeiros 25km, estávamos todos mamados (sem excepção), é claro que uns mesmo assim conseguiam manter um ritmo mais elevado que outros. Ao contrário do que pensávamos o Henrique, mesmo com caimbras, fez-se a esta etapa e conseguiu-a concluir acabando aí a sua participação.
No inicio da última etapa, o Jorge tentou desistir e não fosse a teimosia dos outros elementos, tinha ficado mesmo por ali. O mais curioso é que era o mais folgado.
Esta etapa foi principalmente marcado pela quantidade de chuva e claro pelas últimas subidas que eram impossíveis de subir, mas com um enorme esforço, lá se conseguiu chegar ao final.
Esta é a minha opinião, aguardo os comentários dos outros elementos……
Abraços e boas bttrack’s


















